SubestaçõesObras em todo o Brasil

Montagem de subestação de energia

Do projeto aprovado à energização, com cubículos, transformadores e ramais de média tensão instalados por equipe própria e testados antes de ligar.

Transformador instalado na estrutura da subestação, com a cabine ao lado

Quando montar uma subestação

A montagem de uma subestação nova acontece na implantação de uma fábrica, na ampliação de carga que a subestação atual não comporta, ou na troca de uma subestação antiga por uma nova, com a transferência das cargas.

Na indústria, a mais comum é a subestação de média tensão, que recebe a energia da distribuidora em tensões como 13,8 kV e alimenta os transformadores da planta.

O que entra e o que não entra na montagem

Essa é a dúvida que mais atrapalha a comparação entre propostas: duas podem ter preços bem diferentes só porque uma inclui o que a outra deixou de fora. A divisão abaixo é a que costuma valer nas obras da Aimer, e ela fica por escrito na proposta.

Item da obraDe quem costuma ser
Projeto elétrico e aprovação na concessionáriaAimer
Obra civil: base, alvenaria, piso e canaletasCliente, com o detalhamento da Aimer
Cubículos, transformadores e relésCliente ou Aimer, conforme o modelo escolhido
Montagem, lançamento de cabos e conexõesAimer
Ensaios e comissionamentoAimer
Ramal até o ponto de entregaConcessionária, conforme o padrão aprovado
Vistoria e energizaçãoConcessionária, com a Aimer acompanhando
ART, as-built e relatórios de ensaioAimer

Turnkey ou compra direta dos equipamentos

Cubículo, transformador e relé são os itens de maior valor da obra, e existem dois caminhos para eles.

No modelo turnkey, a Aimer fornece equipamentos, materiais e mão de obra, com a especificação definida no projeto, e a empresa trata com um fornecedor só.

No outro caminho, mais comum quando o valor é alto, a empresa compra direto do fabricante e a Aimer entra com a especificação técnica, a conferência da proposta antes do pedido e o recebimento na obra. O cuidado aqui é um só: equipamento com especificação diferente da que foi aprovada no projeto não passa na vistoria, e a troca custa mais do que a economia na compra.

Os prazos, do projeto à energização

O prazo que surpreende quase todo mundo não é o da obra: é o da análise do projeto na concessionária. Nas obras que a Aimer faz, essa aprovação leva de 60 a 90 dias, e nada começa antes dela.

Por isso a ordem certa é inverter o planejamento: o projeto entra para aprovação primeiro, e a obra civil, a compra dos equipamentos e a montagem se organizam a partir dessa data. A vistoria, ao contrário do que muita gente imagina, é agendada ainda durante a execução da obra.

EtapaPrazo
Levantamento e projeto elétricoConforme o porte, definido na proposta
Análise e aprovação na concessionária60 a 90 dias
Compra e entrega dos equipamentosEm paralelo, a partir do projeto aprovado
Obra civil e montagemConforme o porte da subestação
Ensaios e comissionamentoAo final da montagem
Vistoria da concessionáriaAgendada durante a execução
EnergizaçãoDepois da vistoria aprovada

Aérea, abrigada ou blindada: qual cabe no seu caso

Acima da média tensão, a entrada em alta tensão muda o projeto, a proteção e o tipo de vistoria, e é tratada caso a caso.

TipoQuando costuma ser a escolha
Aérea, em posteCargas menores, com o transformador em estrutura ao tempo, conforme o padrão da distribuidora
Abrigada em alvenariaTransformador e proteção em cabine fechada, quando há espaço no terreno
Blindada, em cubículos metálicosPotências maiores e sala elétrica, com manutenção mais segura e menos área ocupada

O que a montagem inclui

  • Projeto da subestação com aprovação junto à concessionária
  • Montagem de cubículos de média tensão e acoplamento a cubículos existentes
  • Instalação de transformadores a seco ou a óleo
  • Lançamento e conexão de ramais alimentadores de média tensão
  • Instalação de PGBT, QGBT e barramentos blindados
  • Infraestrutura com leitos, eletrocalhas e eletrodutos
  • Ensaios, comissionamento e startup do sistema de força e comando
  • Transferência de cargas e desativação da subestação antiga, quando for o caso

O que é ensaiado antes de energizar

Energizar sem comissionar é a forma mais cara de descobrir um defeito. Estes são os ensaios que a concessionária e o projeto costumam exigir antes da energização, e cada um deles sai com resultado registrado em relatório:

  • Resistência de aterramento da malha da subestação
  • Continuidade elétrica nos rabichos que aterram os equipamentos
  • Resistência de isolamento nos equipamentos e nos cabos
  • Ensaio VLF ou hipot nos cabos de média e alta tensão
  • Parametrização e ensaio dos relés de proteção, confirmando no relé os parâmetros do estudo

O que faz a vistoria reprovar

Reprovar não custa só a correção: custa uma nova data na agenda da concessionária, que raramente é na semana seguinte. Os motivos que mais aparecem:

  • Execução diferente do projeto aprovado, inclusive equipamento com especificação trocada
  • Malha de aterramento fora do projeto ou sem a medição registrada
  • Falta de sinalização, placas de advertência e identificação dos circuitos
  • Afastamentos e acessos que não atendem à norma da distribuidora
  • Proteção sem coordenação comprovada com a proteção da rede
  • Documentação incompleta: projeto aprovado, ART e relatórios de ensaio

Trocar a subestação sem parar a fábrica

Quando a subestação nova substitui uma antiga, a obra inteira é montada com a antiga em operação. A planta só para no momento da transferência das cargas, e mesmo isso é dividido em etapas, em paradas programadas com a produção.

Foi assim na estação telefônica em Varginha (MG): subestação nova montada ao lado, com três transformadores a seco somando 1,5 MVA, e as cargas transferidas por etapas antes de a antiga ser desativada. O planejamento dessas paradas entra no cronograma desde o início, e não no fim da obra.

O que a empresa recebe no final

  • Projeto aprovado na concessionária, com ART
  • As-built da subestação como ela ficou
  • Relatórios de todos os ensaios, com os valores medidos
  • Parâmetros aplicados nos relés de proteção
  • Documentação da vistoria e da energização

Obras de subestação da Aimer

Na Neodent, em Curitiba, a Aimer amplia a subestação junto com a Ocle Engenharia, com dois transformadores a seco de 3.000 kVA, somando 6 MVA, PGBT de 5.000 A e barramentos blindados. Em uma estação telefônica em Varginha (MG), montou uma subestação nova com três transformadores a seco somando 1,5 MVA e transferiu as cargas da antiga.

Quanto custa montar uma subestação

Não existe preço de tabela. O valor sai do levantamento da sua planta, e estes são os pontos que mais pesam no orçamento:

  • Potência total instalada, em kVA ou MVA
  • Tipo de subestação e de cubículos
  • Quantidade de transformadores e se são a seco ou a óleo
  • Extensão dos ramais de média tensão e da infraestrutura
  • Exigências do projeto na concessionária
  • Fornecimento dos equipamentos pela Aimer ou compra direta pela empresa
  • Transferência de cargas de uma subestação existente

Para agilizar, envie pelo WhatsApp fotos do local ou do equipamento, os dados que você tiver e a cidade da planta. Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.

Pedir orçamento no WhatsApp

Atendemos indústrias em todo o Brasil, com bases em Goiânia (GO) e São Luís (MA). Veja onde atendemos.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva a montagem de uma subestação?

O prazo da obra depende do porte e da entrega dos equipamentos, e é definido na proposta com as etapas por escrito. O que costuma pesar mais no calendário é a aprovação do projeto na concessionária, que leva de 60 a 90 dias e acontece antes da obra começar.

Vocês fornecem os equipamentos?

Sim. A Aimer fornece equipamentos, materiais e mão de obra no modelo turnkey, com a especificação definida no projeto. Também atendemos quando a empresa prefere comprar os equipamentos de maior valor direto do fornecedor: nesse caso entramos com a especificação técnica, a conferência da proposta antes do pedido e o recebimento na obra.

Dá para montar a subestação nova sem parar a antiga?

Sim. A subestação nova é montada com a antiga em operação, e a transferência das cargas é feita por etapas, em paradas programadas.

Quem trata com a concessionária?

A Aimer. O projeto é elaborado, protocolado e acompanhado até a aprovação, e a vistoria é acompanhada pela nossa equipe na obra.

Preciso do projeto aprovado antes de comprar os equipamentos?

Sim, e isso evita o erro mais caro da obra. O projeto aprovado é o documento que define a especificação: cubículo, relé ou transformador comprado fora dela não passa na vistoria.

A Aimer faz a obra civil da subestação?

A obra civil normalmente é do cliente, com o detalhamento técnico da Aimer: base, alvenaria, piso, canaletas e acessos conforme o projeto aprovado.

A subestação pode ser ampliada depois?

Pode. O projeto já pode prever o acoplamento de novos cubículos e a reserva de espaço, o que torna a ampliação futura mais barata. A Aimer também amplia subestações existentes de outros fornecedores.

Vocês atendem fora de Goiás?

Sim. A Aimer tem bases em Goiânia (GO) e São Luís (MA) e monta subestações em todo o Brasil. As obras citadas nesta página foram executadas no Paraná, em Minas Gerais e no Centro-Oeste.

Orçamento

Conte o que a sua planta precisa.

Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.

Fale no WhatsApp
WhatsApp

Com qual base você quer falar?