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Manutenção preventiva de subestação

Uma parada programada, com ensaio em cada equipamento, para a subestação não parar a fábrica sem aviso. A Aimer faz manutenção preventiva e corretiva em subestações de média tensão, como as de 13,8 kV, e em subestações de alta tensão até 69 kV.

Técnicos da Aimer fazendo ensaios em transformador durante manutenção de subestação

Por que fazer a manutenção preventiva

Transformadores, disjuntores e relés envelhecem com o uso, a poeira, o calor e a umidade. Sem ensaio, o problema só aparece no dia em que a subestação desliga e a produção para.

A manutenção preventiva mede o estado de cada equipamento, corrige o que está fora do normal e registra os resultados, para comparar com as próximas manutenções.

O que é feito na manutenção preventiva

  • Ensaios nos transformadores: resistência de isolamento, resistência ôhmica das bobinas, TTR e fator de potência
  • Coleta e análise do óleo isolante, troca de sílica gel e teste dos exaustores
  • Ensaios nos disjuntores: resistência de contatos e sincronismo de abertura e fechamento
  • Ensaio das proteções do relé com maleta de injeção de corrente
  • Ensaios nos TCs e TPs: isolamento, resistência ôhmica, TTR, saturação de TC e loop test
  • Limpeza e reaperto de conexões elétricas
  • Ajuste de chaves seccionadoras
  • Reenergização do sistema e relatório dos ensaios

Como é a parada programada

  • Planejamento da data e da duração junto com a produção
  • Desligamento e aterramento temporário da subestação, com os procedimentos da NR-10
  • Execução dos ensaios e da limpeza
  • Religamento só depois de todos os ensaios aprovados
  • Relatório com os resultados e as recomendações

Subestação abrigada ou aérea

A manutenção vale para os dois tipos. Na subestação abrigada, os equipamentos ficam dentro de uma sala ou em cubículos. Na aérea, ficam em estruturas ao tempo. O roteiro de ensaios se adapta aos equipamentos de cada uma.

Quanto custa a manutenção preventiva de subestação

Não existe preço de tabela. O valor sai do levantamento da sua planta, e estes são os pontos que mais pesam no orçamento:

  • Quantidade e potência dos transformadores
  • Tipo de transformador: a seco ou a óleo
  • Número de disjuntores, relés, TCs e TPs
  • Tensão da subestação
  • Janela de parada disponível
  • Necessidade de análise laboratorial do óleo

Para agilizar, envie pelo WhatsApp fotos do local ou do equipamento, os dados que você tiver e a cidade da planta. Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.

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Atendemos indústrias em todo o Brasil, com bases em Goiânia (GO) e São Luís (MA). Veja onde atendemos.

Dúvidas

Perguntas frequentes

De quanto em quanto tempo fazer a manutenção preventiva?

Depende do tipo de equipamento, das recomendações dos fabricantes, do ambiente e de quanto a subestação é crítica para a produção. Na primeira manutenção, a Aimer indica no relatório a periodicidade adequada para a sua subestação.

Quanto tempo a fábrica fica sem energia?

O tempo de desligamento é combinado antes, conforme a quantidade de equipamentos. O planejamento busca caber na janela de parada da sua produção.

Vocês fazem manutenção corretiva também?

Sim. Atendemos manutenção corretiva, conserto e assistência técnica em subestações de média tensão e de alta tensão até 69 kV, com atendimento 24 horas.

Recebo relatório dos ensaios?

Sim. Cada ensaio é registrado, e o relatório fica com a sua empresa como histórico dos equipamentos.

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