SubestaçõesObras em todo o Brasil

Cabine primária de média tensão

A cabine primária recebe a energia da concessionária em média tensão e entrega à fábrica em baixa tensão. A Aimer monta, amplia, adequa e mantém cabines primárias em todo o Brasil.

Cubículo de média tensão instalado pela Aimer em subestação

O que é uma cabine primária

É a subestação de entrada da indústria. Ela reúne os equipamentos de média tensão que recebem a energia da rede da concessionária, fazem a medição e a proteção, e alimentam os transformadores que abaixam a tensão para o uso na fábrica.

Em muitas distribuidoras a tensão de entrada é de 13,8 kV, mas o valor depende da concessionária da sua região.

Depois dela, plantas maiores podem ter cabines secundárias, que levam a energia em média tensão até outros transformadores dentro da fábrica. Usinas solares de maior porte também usam cabine primária para se conectar à rede.

Quando a indústria precisa de cabine primária

Em geral, quando a carga instalada passa de 75 kW, a ligação deixa de ser em baixa tensão e passa a ser em média tensão, e a unidade entra no Grupo A. O limite exato, o tipo de entrada e o padrão da cabine seguem a norma técnica de cada distribuidora, como a Equatorial Goiás e a Equatorial Maranhão, nas regiões das bases da Aimer.

  • Fábrica nova com carga acima do limite da baixa tensão
  • Ampliação de carga que ultrapassa a capacidade da cabine atual
  • Cabine antiga com equipamentos sem peça de reposição
  • Exigência da concessionária para regularizar a entrada de energia

Tipos de cabine primária

  • Cabine abrigada em alvenaria, com os equipamentos instalados dentro de uma sala
  • Cabine com cubículos blindados, montados em fábrica e instalados na sala elétrica
  • Subestação aérea, com o transformador em estrutura ao tempo, usada em cargas menores conforme o padrão da distribuidora
  • Entrada simplificada, prevista por algumas distribuidoras para demandas menores

Cabine primária por potência: 300, 500, 750 e 1000 kVA

A potência dos transformadores é o primeiro dado do projeto e muda bastante a cabine.

  • Até 300 kVA: em algumas distribuidoras, como a Equatorial Goiás, ainda cabe subestação aérea ou entrada simplificada. Acima disso, a cabine precisa ser abrigada
  • 500 e 750 kVA: cabine abrigada, com cubículos blindados ou em alvenaria, e proteção geral com disjuntor de média tensão e relé, conforme a norma da distribuidora
  • 1000 kVA ou mais: a sala, os cabos e a proteção crescem, e pode valer dividir a carga em mais de um transformador, para ter reserva e facilitar a manutenção

Como a Aimer trabalha na sua cabine primária

  • Levantamento da carga e da demanda da planta
  • Projeto com aprovação junto à concessionária
  • Fornecimento e montagem de cubículos, transformadores e ramais de média tensão
  • Ensaios e comissionamento antes da energização
  • Acompanhamento da vistoria e da ligação pela concessionária
  • Manutenção preventiva programada depois da entrega

Quanto custa uma cabine primária

Não existe preço de tabela. O valor sai do levantamento da sua planta, e estes são os pontos que mais pesam no orçamento:

  • Potência dos transformadores, em kVA
  • Tipo de cabine: abrigada, com cubículos blindados ou aérea
  • Tensão de fornecimento e exigências da distribuidora local
  • Distância entre a entrada de energia e a sala elétrica
  • Obra civil necessária para a sala da cabine
  • Se é cabine nova, ampliação ou adequação de uma existente

Para agilizar, envie pelo WhatsApp fotos do local ou do equipamento, os dados que você tiver e a cidade da planta. Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre cabine primária e subestação?

A cabine primária é a subestação de entrada da indústria, a que recebe a energia da concessionária em média tensão. O nome subestação vale também para as outras subestações internas da planta.

Cabine primária precisa de manutenção?

Precisa. A manutenção preventiva inclui ensaios nos transformadores, disjuntores e relés, limpeza e reaperto das conexões. Ela evita desligamentos inesperados e mantém a instalação de acordo com a NR-10.

Vocês ampliam uma cabine que já existe?

Sim. Acoplamos novos cubículos aos existentes e instalamos novos transformadores, como na ampliação de uma fábrica de soja em Cristalina (GO), com cubículos de 13,8 kV acoplados aos existentes e dois transformadores de 2 MVA.

A Aimer cuida da aprovação na concessionária?

Sim. O projeto é aprovado junto à concessionária, e acompanhamos o processo até a ligação.

Vocês fazem laudo da cabine primária?

Sim. A inspeção da cabine entra no laudo das instalações elétricas conforme a NR-10, com medições e ART, e pode ser feita junto com a manutenção preventiva.

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