O que é uma cabine primária
É a subestação de entrada da indústria. Ela reúne os equipamentos de média tensão que recebem a energia da rede da concessionária, fazem a medição e a proteção, e alimentam os transformadores que abaixam a tensão para o uso na fábrica.
Em muitas distribuidoras a tensão de entrada é de 13,8 kV, mas o valor depende da concessionária da sua região.
Depois dela, plantas maiores podem ter cabines secundárias, que levam a energia em média tensão até outros transformadores dentro da fábrica. Usinas solares de maior porte também usam cabine primária para se conectar à rede.
Quando a indústria precisa de cabine primária
Em geral, quando a carga instalada passa de 75 kW, a ligação deixa de ser em baixa tensão e passa a ser em média tensão, e a unidade entra no Grupo A. O limite exato, o tipo de entrada e o padrão da cabine seguem a norma técnica de cada distribuidora, como a Equatorial Goiás e a Equatorial Maranhão, nas regiões das bases da Aimer.
- Fábrica nova com carga acima do limite da baixa tensão
- Ampliação de carga que ultrapassa a capacidade da cabine atual
- Cabine antiga com equipamentos sem peça de reposição
- Exigência da concessionária para regularizar a entrada de energia
Tipos de cabine primária
- Cabine abrigada em alvenaria, com os equipamentos instalados dentro de uma sala
- Cabine com cubículos blindados, montados em fábrica e instalados na sala elétrica
- Subestação aérea, com o transformador em estrutura ao tempo, usada em cargas menores conforme o padrão da distribuidora
- Entrada simplificada, prevista por algumas distribuidoras para demandas menores
Cabine primária por potência: 300, 500, 750 e 1000 kVA
A potência dos transformadores é o primeiro dado do projeto e muda bastante a cabine.
- Até 300 kVA: em algumas distribuidoras, como a Equatorial Goiás, ainda cabe subestação aérea ou entrada simplificada. Acima disso, a cabine precisa ser abrigada
- 500 e 750 kVA: cabine abrigada, com cubículos blindados ou em alvenaria, e proteção geral com disjuntor de média tensão e relé, conforme a norma da distribuidora
- 1000 kVA ou mais: a sala, os cabos e a proteção crescem, e pode valer dividir a carga em mais de um transformador, para ter reserva e facilitar a manutenção
Como a Aimer trabalha na sua cabine primária
- Levantamento da carga e da demanda da planta
- Projeto com aprovação junto à concessionária
- Fornecimento e montagem de cubículos, transformadores e ramais de média tensão
- Ensaios e comissionamento antes da energização
- Acompanhamento da vistoria e da ligação pela concessionária
- Manutenção preventiva programada depois da entrega
Quanto custa uma cabine primária
Não existe preço de tabela. O valor sai do levantamento da sua planta, e estes são os pontos que mais pesam no orçamento:
- Potência dos transformadores, em kVA
- Tipo de cabine: abrigada, com cubículos blindados ou aérea
- Tensão de fornecimento e exigências da distribuidora local
- Distância entre a entrada de energia e a sala elétrica
- Obra civil necessária para a sala da cabine
- Se é cabine nova, ampliação ou adequação de uma existente
Para agilizar, envie pelo WhatsApp fotos do local ou do equipamento, os dados que você tiver e a cidade da planta. Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.
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