Instalações de média e baixa tensãoObras em todo o Brasil

Migração para o mercado livre de energia

No mercado livre, a indústria escolhe de quem compra energia e negocia preço e prazo. A Aimer cuida da parte elétrica da migração, como a adequação da medição, e acompanha o processo junto com a comercializadora.

Cubículos de média tensão e quadro de comando na sala da subestação

O que é o mercado livre de energia

No mercado regulado, a energia é comprada da distribuidora, com tarifa definida pela ANEEL. No mercado livre, o consumidor compra a energia de geradoras ou comercializadoras, com preço, prazo e condições negociados em contrato.

A distribuidora continua levando a energia até a fábrica e cobrando pelo uso da rede. Por isso a energia não falta com a migração: o que muda é o contrato de compra.

Quem pode migrar

Desde 2024, todas as unidades do Grupo A, atendidas em média ou alta tensão, podem migrar. Quem tem demanda abaixo de 500 kW entra representado por uma comercializadora varejista.

A Lei 15.269/2025 prevê também a abertura do mercado livre para a baixa tensão em etapas, começando pelos consumidores comerciais e industriais, no calendário definido pelo governo e pela ANEEL.

Etapas da migração

  • Análise das faturas e do perfil de consumo, para ver se a troca compensa
  • Escolha da comercializadora e contratação da energia
  • Aviso à distribuidora sobre o fim do contrato de compra de energia, dentro do prazo
  • Adequação do sistema de medição às exigências da CCEE e da distribuidora
  • Adesão à CCEE, diretamente ou pela comercializadora varejista
  • Início do fornecimento no mercado livre

Atenção aos prazos

O contrato com a distribuidora tem prazo de aviso para não ser renovado, em geral de 180 dias antes do fim da vigência. Perder esse prazo pode adiar a migração ou gerar multa, por isso a conferência do contrato vem logo no começo.

A parte elétrica da migração

A medição da unidade precisa atender aos requisitos da medição para faturamento. Isso pode exigir troca de medidores, de transformadores de corrente e de potencial, e ajustes na cabine primária. A Aimer executa essas adequações e avalia a subestação, já que muitas empresas aproveitam a migração para corrigir o fator de potência e rever a demanda contratada.

Quanto custa a adequação para o mercado livre

Não existe preço de tabela. O valor sai do levantamento da sua planta, e estes são os pontos que mais pesam no orçamento:

  • Situação do sistema de medição atual
  • Adequações necessárias na cabine primária
  • Quantidade de unidades consumidoras
  • Necessidade de estudo de viabilidade
  • Revisão de demanda e de fator de potência

Para agilizar, envie pelo WhatsApp fotos do local ou do equipamento, os dados que você tiver e a cidade da planta. Um engenheiro da Aimer responde com os próximos passos.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto a indústria economiza no mercado livre?

Depende do preço da energia contratada, do perfil de consumo e dos custos que continuam com a distribuidora. A análise das faturas mostra a economia estimada antes de decidir.

A energia pode faltar se eu migrar?

Não. A energia chega pela mesma rede da distribuidora. O que muda é o contrato de compra da energia.

Pequenas indústrias podem migrar?

Unidades do Grupo A com qualquer demanda já podem, e as abaixo de 500 kW entram por comercializadora varejista. Para a baixa tensão, a abertura está prevista em lei e segue o calendário do governo e da ANEEL.

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